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| Ideias e divagações |
Algumas ideias soltas sobre mim, sobre a vida e sobre a astrologia. |
O que é a Astrologia?
O que é a Astrologia?
Em 13-06-2008
"A Astrologia Kármica, Humanista e Transpessoal emergiu nas últimas décadas como uma via fundamental de auto-conhecimento, proporcionando ao indivíduo um meio previligiado de religar à sua essência e ampliar a consciência.
A Astrologia surgiu de novo como uma verdadeira Ciência Iniciática, que ensina as Leis, a Essência, cujo conhecimento permite ao homem situar-se no Concerto Cósmico, em que lhe cabe manifestar a sua vibração única, apurada no doloroso trabalho alquímico do seu processo de individuação.
Através do estudo dos trânsitos, direcções e da progressão dos planetas no Mapa Natal, a Astrologia possibilita o conhecimento do "timing" do nosso específico devir e suas propostas evolutivas.
Linguagem simbólica rigorosa, a Astrologia revela-se como bússola do caminhante em busca do Sol interno, na demanda da unificação e da harmonia, para que no âmago da paz interior o Homem se (re)assuma incondicionalmente como Deus que é."
José Augusto Teixeira
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Eu Sou Feliz!!!
Eu Sou Feliz!!!
Em 13-02-2008
Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa: "Seu marido lhe faz feliz?"; "Ele lhe faz feliz de verdade?" Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando segurança. Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa lhe respondeu com um "Não", bem Redondo.... "Não... Não; não me faz feliz" (neste momento, o marido já procurava a porta de saída mais próxima). Não me "faz" feliz... Eu sou feliz". "O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim."E continuou dizendo: "Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade." Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida; pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância, sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente...O ser humano, as riquezas, meu corpo, o clima, meu chefe, os prazeres etc... E assim poderia citar uma lista interminável. Decido ser feliz.... Às demais coisas eu chamo "experiências"; esqueço-me das experiências passageiras e vivo as que são eternas; amar, perdoar,ajudar, compreender, aceitar, consolar. Lembro-me de viver de modo eterno. Há pessoas que dizem: "Hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque alguém não soube me dar valor..." SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor. Peça apenas serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar, coragem para modificar aquelas que pode, e sabedoria para reconhecer a diferença.
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Comentários
De Celina
em 30-08-2008
Hoje vivesse muito no mundo da fantasia... Faz de conta que sou feliz, que sou rica... Que posso ter tudo... Faz de conta... Seria optimo que fossemos mesmo felizes de verdade, mas nem sempre há respeito pela diferença, que torna as coisas mais originas, conseguindo descer às partes mais intrínsicas das pessoas. "Não te importes da raça, nem da cor da pele... No amar livremente é que está a solução. Esquecemo-nos muitas vezes que todos nascemos nús e todos teremos o mesmos fim. Aproveitar a vida amando-a serenamente é uma forma de alcançar a felicidade. Então lembrar a a celebre frase:" A minha liberdade termina onde comças a liberdade do outro. É tão simples...
Por isso há que respeitar cada um para que cada um se dê ao respeito...
Beijos e muita felicidade
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Este site...
Este site...
Em 12-02-2008
Este website serve para dar a conhecer as minhas actividades relacionadas com a astrologia e também outras coisas que vou fazendo.
Considero que cada pessoa é um mundo, e a primeira consulta de astrologia em que analisamos o seu mapa astral costuma ser muito transformadora e muito útil para tomar decisões importantes.
Em geral, é nas alturas de maior crise, que tendemos a procurar meios alternativos de solucionar os nossos problemas, e a astrologia pode ser uma fonte de grande inspiração. Por outro lado, também pode ajudar a aproveitar da melhor forma as fases de "crescendo" da nossa vida, a tirar mais sentido delas e a fazer com que os frutos dessas fases permaneçam, em vez de se desvanecerem nas fases "minguantes". E porque tudo são ciclos, é bom sabermos quando vem lá o sol, para comprarmos o fato de banho e quando vem a chuva, para comprarmos o impermeável. Depois é reagir o melhor possível, porque a energia segue o pensamento. E já que tendemos a materializar aquilo em que pensamos, é bom escolher pensar positivo.
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Divagações
Divagações
Em 06-10-2006
Resolvi começar aqui uma espécie de blog, quem queira pode comentar.
Ontem tive oportunidade de me cruzar com uma mulher, muito culta, muito activa, com uma profissão de muito prestígio e que me disse que não queria saber muito destas coisas da astrologia. Tinha um certo medo do que lhe pudesse dizer um astrólogo. Não gostaria de saber quando vai morrer ou se vem aí alguma desgraça…
Outro rapaz que me disse que também não acredita em astrologia porque lhe parece que qualquer um faz uma coluna de horóscopos para um jornal ou revista e sempre acerta com algumas pessoas daquele signo, mas erra noutras…
Isto pareceu-me resumir a ideia que 24,75% das pessoas faz do que é a astrologia. Também há mais 24,75% que acha que astrologia tem a ver com bruxarias, vidências, leitura de mãos, adivinhação e outras coisas do género. E ainda uns 24,75% que pensam que é cartas de tarot…
Não querendo, de forma alguma, denegrir, menosprezar ou sequer comparar o trabalho de inventores de horóscopos, bruxos, videntes, tarólogos, quirólogos, adivinhos e outras pessoas que possam ser confundidas com astrólogos, gostava de aqui dizer que UMA COISA É UMA COISA, E OUTRA COISA É OUTRA COISA!
Sempre há 1% que já fez a sua carta astral e sabe que é uma coisa muito diferente.
Também já há quem veja a Cristina Candeias na Praça da Alegria do canal 1 ou o Nuno Michaels no 6teen da SIC Mulher e perceba que a mais valia de uma consulta de análise do Mapa Astral é muito diferente dessas ideias preconcebidas.
A astrologia que eu estudo tem a ver com o estudo dos ciclos, com matemática e sim, também podemos melhorar o uso da intuição. Não se trata de adivinhar nada, nem sequer de prever a morte de alguém. Quando muito podemos ver que a vida está a pedir uma regeneração completa e que precisamos desapegar-nos da pessoa que éramos para dar espaço à nova pessoa em que nos estamos a tornar. Sempre no sentido evolutivo e positivo. Claro que estas fases de vida são, em geral, apelidadas de crise, porque temos de sair da nossa “zona de conforto”, que por muito que já não nos satisfaça, é-nos, pelo menos, conhecida. Temos, em geral, que tomar muitas decisões que vão contra aquilo que os que nos rodeiam esperam de nós, e aceitar pagar o preço da desaprovação exterior. Tudo isto é desconfortável e equivale a uma morte. A morte de quem eu era, e a vida a quem eu SOU! Uma pessoa mais inteira, mais EU, mais confiante, mais FELIZ… No meio destes processos é muito, muito, muito útil ter uma perspectiva como a que a astrologia nos trás.
Felizmente cada vez há mais pessoas abertas a um conhecimento de si próprias, dispostas a pôr-se em causa, dispostas a melhorar e a usar algum do potencial com que vieram a este mundo.
É uma alegria para mim perceber que posso servir de veículo a novos insights, novas formas de olhar para um problema ou um talento e ajudar a veiculá-lo para a pessoa que me procura.
Tenho visto que é no meio das crises que as pessoas me procuram mais, quando precisam de tomar decisões importantes, e neste princípio de carreira a grande maioria das pessoas ainda são pessoas amigas ou conhecidas, daquelas a quem eu fiz o mapa astral há uns meses ou anos atrás, de graça para me servir de treino, mas que fixaram algumas das coisas que eu disse e tendo beneficiado disso, voltam a procurar-me. É muito gratificante, e é a única razão que me levou a fazer esta actividade mais a sério.
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Rosas, Túlipas e Margaridas
Rosas, Túlipas e Margaridas
Em 02-10-2006
Tenho visto muitas rosas a quererem ser túlipas e muitas túlipas a quererem ser margaridas. O princípio da aceitação de quem somos é chave para podermos sentir-nos bem, realizados e felizes. Não há pessoas de 2ª categoria, mas há pessoas que, sendo rosas, querem ser túlipas. E como querem ser o que não são, querem ser algo para o que a sua natureza não as puxa, porque a família assim o espera, porque o marido assim o espera, porque viram num filme e acharam interessante, encontram uma bela forma de se sentirem mal, frustradas, infelizes com a sua vida. Podem realmente ser túlipas de 2ª. O desafio da rosa é ser a mais linda rosa que possa ser. O desafio da margarida é ser a mais linda margarida que possa ser e por aí fora. O nosso desafio é saber se somos rosas, túlipas, margaridas ou o que quer que somos… A astrologia ajuda.
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Comentários
De Carla
em 05-09-2007
olá, Telma
descobri hoje o teu site e vim dar uma espreitadela
gostava de te dizer que, apesar de ter ficado por pouco tempo, gostei muito do que li
concordo contigo, o propósito é sermos todos e cada um a flor mais linda... mas muitas vezes esquecemo-nos disso
gostei muito também da divagação de "Como e porque começou...", algumas das tuas palavras parecem mesmo ser dirigidas a mim...
mas como esta divagação foi a que me prendeu primeiro a atenção, deixo aqui a minha mensagem
ah, e prometo voltar!
beijinhos grandes
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Como e porque começou…
Como e porque começou…
Em 15-09-2006
Apenas há 5 anos atrás, a única coisa que eu tinha em relação à astrologia era um sentimento de curiosidade. Nessa altura gostava de um dia vir a consultar um astrólogo sério para fazer o meu mapa astral. Mas como os que eu via nos jornais vinham sempre à mistura com vidências e bruxarias e eu tinha receio de vir a cair nas mãos de algum charlatão, nunca experimentei. Um dia, numa conversa com uma amiga recente, em que lhe contava dos desafios pessoais pelos quais estava a passar, ela disse-me que eu era capaz de gostar de falar com uma pessoa que ela conhecia pessoalmente, e que era astrólogo. Eu fiquei muito contente com a ideia de, finalmente conhecer “um astrólogo de confiança”. Era o José Augusto, de Mafra.
Marquei consulta com ele para dali a 3 semanas, que me pareceram uma eternidade a passar e na semana do meu aniversário lá fui eu à minha primeira consulta. (Estava com o Urano a passar em cima do meu Sol.) E eu já estava à espera que ele começasse a falar sobre mim e sobre as minhas qualidades e defeitos. Também esperava que me desse bons conselhos sobre a melhor forma de dar a volta às situações. O que não estava à espera era que me descrevesse o meu pai, a minha mãe, os meus filhos, o meu marido (na altura), os meus irmãos… até pus em questão se a tal amiga lhe teria contado alguma coisa da nossa conversa. Mas havia partes que era impossível ela saber. Portanto vi-me rendida à evidência de que afinal nem os homens da minha vida eram todos uns malandros para mim, nem eu era a vítima indefesa de uma situação criada pela vida. Vi que afinal aquele era o meu filme, porque eu assim tinha escolhido. E quando me responsabilizasse em ser quem realmente era, deixaria de ter necessidade de atrair aquele tipo de comportamentos por parte dessas pessoas…
Este mapa astral foi tirado posteriormente.
E eu que fui para lá com a ideia de que era tão boa rapariga, sempre a tentar corresponder às expectativas que tinham para mim, que sempre me comportei segundo os mais rígidos padrões morais de comportamento, e que era sempre mal interpretada pelos outros, os tais malandros, que me faziam a vida negra, vim de lá com a sensação de que andava era a ser uma irresponsável por dar aos outros o poder de escolha sobre a minha vida. O poder de dar opinião.
Nessa altura os meus filhos já tinham quase 3 anos. Eu andava há 2 anos a tentar divorciar-me e não havia meio de o conseguir. Através dessa consulta percebi que estava numa fase de “agora ou nunca” e que podia decidir avançar, ou decidir não fazer nada, mas que qualquer das decisões ia provavelmente ser muito duradoura. Como eu estava mal e não queria continuar assim, “Quem está mal, muda-se” e mudei-me eu, de armas, bagagens, miúdos e empregada para uma nova casa, uma nova forma de viver. Mais saudável, menos obsessiva, mais pacífica, melhor. Aceitei perder a minha casa (que eu fiz de raiz e inventei a maior parte dos detalhes – era como um filho), o meu conforto, a minha guerra, em troca de paz. Fui à procura de casas ao pé do mar. Curiosamente, depois de aceitar essa perda, acabei por ficar com a casa de novo no acordo de divórcio. Isto ensinou-me que EU só ganho através do desapego. Eu e muitas outras pessoas. Felizmente nem todos nasceram com o Sol na casa 8.
O José Augusto tinha-me dito que eu tinha vindo aprender a perder, e nunca como nesta altura eu tinha entendido o que isso queria dizer. Disse-me também que por curiosidade eu tinha (e tenho J) o Sol do meu mapa natal a 27º de Aquário, e que esse é dos 360º do Zodíaco, aquele que é atribuído à Astrologia. Portanto, era provável que eu gostasse de fazer o Curso. Apesar de normalmente o ano lectivo começar em Outubro, por coincidência ele estava prestes a começar uma nova turma em Abril, aos sábados, para dar o 1º ano intensivo. Convidou-me a ir ver uma das aulas dele do curso que já estava em andamento em Torres Vedras, para ver se gostava. Eu fui. A aula era sobre Urano, o regente de Aquário e regente do meu Mapa Natal. O entusiasmo invadiu-me para nunca mais me largar. Fiz esse ano intensivo na Quinta das Murtas em Sintra. Depois o 2º e 3º em Torres Vedras com ele também. O 4º ano já foi no Quíron em Lisboa, ainda com o José Augusto. O 5º com o Nuno Michaels e este ano, o 6º, estamos a começar o ano com o Nuno até Novembro, mas depois passa a ser o Alan Oken quem dá o resto do ano de Astrologia Esotérica.
Desde o 2º ano, quando aprendemos a pintar o mapa astral, comecei a fazer os mapas de amigos e conhecidos e tornou-se uma espécie de paixão para mim fazer isso. Muitos não me pediam, e era eu quem “raptava” as pessoas para lhes fazer o mapa, para as conhecer melhor, para ter a perspectiva astrológica sobre elas antes da pessoal. Foram centenas e centenas de mapas assim. Tu, que estás a ler isto és capaz de te reconhecer aqui. Creio que para além das aulas e dos livros que fui lendo sobre astrologia, este treino dos mapas, quase todos os dias eu encontrava alguém novo a quem fazer o mapa, foi das coisas mais interessantes e importantes. No meu trabalho com a Herbalife é fácil conhecer pessoas novas, portanto sempre foi uma boa fonte de “cobaias” para eu aprender mais.
Em Novembro de 2005, quando mais uma vez me preparava para fazer o mapa de uma pessoa que tinha acabado de conhecer, ela disse-me que adoraria fazer o mapa comigo, mas apenas se me pagasse. E insistiu tanto, que eu, que nunca tinha levado a astrologia suficientemente a sério para achar que iria ser uma actividade profissional minha, acabei por “deixar” que ela me pagasse. Foi engraçado, porque nessa semana comecei a receber telefonemas de pessoas a quem eu já tinha feito o mapa havia meses ou anos e gostavam de fazer de novo. Tudo nessa semana. Isto pareceu-me um sinal para avançar e foi assim que comecei a cobrar pelas consultas que me pedem.
No meio disto, e até há pouco tempo ainda ia tendo tempo para fazer algumas das que me apetecia, para aprender. Mas apercebo-me de que realmente quando a pessoa paga, está com muito mais atenção e aproveita muito melhor aquilo que eu digo.
Hoje estou especialmente entusiasmada porque finalmente cheguei a acordo com um sítio para fazer as consultas em Lisboa, que me deixa muito contente. “É o nosso Espaço”.
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Comentários
De Adriana Arruda
em 02-11-2008
Olá Telma! Adorei o teu site e tudo que têm nele demostra transparência, irei fazer um comentário pessoal sobre você , porque tive o prazer de conhecê-la!
Você é um ser bom , alguém em quem se possa confiar e vejo isso nos teus olhos, nas suas expressões, vejo que tem um belo coração e esse teu lado positivo, a maneira de como você ver as coisas, o teu ponto de vista diante das adversidades,me deixa fascinada e encantada!
Acho que é disso que a maioria das pessoas precisam...Do fundo do meu coração , adorei ter conhecido você!
De De Ângela -Viseu
em 07-01-2008
Conhecemo-nos há quantos anos? Não posso escolher uma das tuas ideias ou divagações! São genuínas como tu! Tudo em ti é sincero e verdadeiro. És uma força da Natureza! Contei contigo sempre que precisei.És um anjo com uma família fantástica. Jokas mto grds para todos em especial para ti amiga. Mereces tudo de bom!
De jr1963historico@hotmail.com
em 21-11-2007
olá telma acredito na tua história que até parece a minha por isso gostava ou de falar contigo ou de falar com o teu amigo e colega josé augusto. mas olha que nem todos têm a sorte que tiveste. os meus parabens e continua assim
De Patricia
em 14-06-2007
GOSTEI DA SUA HISTÓRIA, NOTA-SE QUE É UMA MULHER DE MUITA CORAGEM. SEJA FELIZ
De maria
em 21-02-2007
Gostei do seu testemunho,gostava de saber mais sobre a minha carta artral, nasci em 15 de Novembro 1964, hora 08:30 em casa, se for possivel dar uma resposta? um beijinho, o meu mail é daliacorreia@hotmail.com
De Sónia
em 21-02-2007
Você é uma mulher de muita coragem.
De Sónia
em 21-02-2007
Gostei muito da sua transparência. Vou contactá-la para uma consulta.
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